domingo, 30 de janeiro de 2011

Deputado Misael de Oliveira e Paulo Garcia no Setor Pedro Ludovico

Paulo Garcia

ao lado de Misael de Oliveira no Setor Pedro
Paulo Garcia lembrou que projeto de reurbanização segue padrões já

utilizados em outras intervenções executadas pela Prefeitura, como nas

avenidas Coronel Joaquim Bastos e Coronel Eugênio Jardim, no Setor

Marista, e também na revitalização da Avenida Goiás.

Muitas autoridades compareceram ao setor Pedro Ludovico na manhã de

Sábado (29), e a comunidade prestigiou a entrega da obra de

reurbanização da principal Avenida do bairro. Foram modificadas as

ilhas da via, excluídas rotatórias e instalados semáforos para uma

melhor fluidez do trafego de veículos.
Misael de

Oliveira se emociona ao contar histórias do bairro
Todos os

pontos contam com rampas de acesso para cadeirantes. A obra foi

realizada em tempo recorde, já que sua previsão era de em até 45 dias

ser entregue a população as melhorias pretendidas com a re urbanização

da Avenida Circular.
Foram necessários apenas 23 dias para a conclusão da obra e todos nós

devemos tirar o chapéu para os funcionários da Prefeitura que

trabalharam dia e noite, até sob chuva forte para que o Prefeito Paulo

Garcia pudesse entregar a benfeitoria aos moradores e transeuntes da

Região Sul de Goiânia


Autoridades como

a Deputada Federal Flavia Moraes também marcaram

presença

A obra começou no dia 06 de janeiro e o trabalho foi executado com toda

a rapidez possível a pedido do prefeito Paulo Garcia, que quer imprimir

agilidade à administração municipal e mostrar a todos a que veio.

Durante o evento muitos dos presentes falavam da pista de caminhada que

faz parte do projeto, mas não acredito que seja seguro caminhar ali,

pois o transito é muito intenso em toda a Avenida.
video

O prefeito Paulo Garcia puxou os tradicionais parabéns a você,

lembrando que a data é o aniversário do Deputado Estadual Misael de

Oliveira que completou 50 anos de vida.




Paulo Garcia ainda fez questão de dizer que foi Misael quem primeiro

lhe telefonou e fez o pedido para que a Prefeitura de Goiânia

realizasse tão grandiosa obra, mas ressaltou que a entrega da mesma na

data do aniversário de Misael foi só uma feliz coincidência.


Paulo Garcia encarou com muito bom humor, quando

dizem que ele esta trilhando o caminho traçado pelo ex- Prefeito Iris

Rezende, se disse envaidecido com tal afirmação, mas no fundo ele

queria dizer que  já começou a implantar o seu modelo de gestão e

para aqueles que duvidam de sua capacidade, eu digo sempre que a marca

de Paulo Garcia já começou a aparecer.





Veste se

de Verde Esmeralda os Reis do Serra

Vai entender isso, ou melhor, é só por isso que o futebol é

apaixonante.

Nem o mais otimista dos torcedores do Goiás Esporte Clube ou o mais

pessimista dos Atleticanos poderia imaginar que no último Sábado (19) o

Goiás derrotaria o Dragão no estádio Serra Dourada.

Dono de uma campanha invejável até ali, o time de Campinas trazia

consigo a confiança de quem tinha uma base longeva e o orgulho de ser a

única equipe do Centro Oeste Brasileiro a figurar entre os grandes que

disputam a série A do nacional.

O seu oponente, ao contrário, vem entrando em campo sob desconfiança,

com um time modesto, montado basicamente com garotos formados nas

categorias de base e alguns veteranos que para sua imensa torcida de pé

de radio não expiram lá muita confiança ou quase nenhuma.

Mas os Deuses do futebol decretaram um dia que ninguém venceria de

véspera nenhum a partida e nenhuma equipe estava derrotada até o final

dos 90 minutos regulamentares, mais os descontos que assim proferisse o

Árbitro do jogo.

O time de verde esta lutando todos os dias para provar para a sua

torcida que tem uma equipe capaz sim de superar o Atlético, hoje

apontado como o melhor do futebol Goiano.

Tal afirmação era ouvida todos os dias nas emissoras de rádio e

televisão do estado de Goiás, alguns jornais até já publicaram que o

Dragão poderia ganhar o campeonato de forma invicta.

Ledo engano, pois os Deuses do futebol condenam este tipo de soberba,

detestam o menosprezo ao adversário e de quando em vez, dão um jeitinho

de fazer surgir em campo uma surpresa como um time de garotos vencerem

os mais experimentados craques adversários.

O Atlético manteve seus principais atletas de 2010, vinha fazendo uma

campanha crescente no certame e por isso e só por isso era cantado em

verso e prosa pela crônica que sem meias palavras enaltecia até a mais

pífia qualidade da equipe.

Perdeu o jogo e tudo isso mudou.



O time continua líder mesmo com a derrota, mas os meninos da Serrinha

mostraram ao mundo as fragilidades de um time que só escapou na última

rodada do rebaixamento do campeonato Brasileiro.

O elenco, antes forte e bem composto, passa a ter a qualidade de alguns

jogadores questionada e mesmo mantendo a ponta na tabela, não é visto

mais como o time ideal.

A molecada que não tem nada com isso e não criou as regras dos Deuses

da bola, começam a ganhar moral junto ao torcedor e a imprensa.

Hoje recebem os elogios que outrora foram desferidos aos seus

adversários. O título talvez momentâneo de Reis do Serra Dourada parece

lhes cair bem.

Tomara que não sejam eles a próxima vitima das Leis

Divinas. 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Deputado Misael de Oliveira - Meio Século de Vida

Misael 50
Na escola da vida, publica ou privada, a lição de determinação que todos nós precisaríamos aprender contigo, para uso consciente, nem sempre moderado, mas resolvido a fazer o seu melhor. 

Seria na teoria, fácil demais para qualquer um, conseguir viver um dia de cada vez.
Sem atropelos, nem fadigas.
Sem ansiedades desmedidas, e sem angústias e aflições.



Ontem já foi ontem. 
Já se tornou história, já se tornou passado. 
Não voltará mais, nunca mais.

Há não ser nos anais da narrativa que relatarão para as gerações futuras, teus feitos, glórias e decepções.


Hoje é agora, é presente de Deus. 
É o atualmente. 
É o escárnio do instante que passa.

O que tem ser feito, não tem mais jeito de ser feito Ontem.
E os iluminados não esperam o amanhã.


O Amanhã é futuro que todos esperamos prósperos e felizes. 
Mas também vai trazer consigo seus próprios cuidados, temores e aflições.



Cada um dos 18.250 dias vividos por ti, até aqui, é suficiente para tornar a sua pessoa consagrada e vitoriosa.


Consagrado por ter centenas de amigos que o admiram, uma família linda e maravilhosa; e ter o privilégio de poder fazer o que gostas.


Viva o seu hoje, hoje, pois ele é um presente de Deus. 
Viva-o com intensidade e não titubei diante das adversidades.



Mas não queiras viver o seu amanhã, hoje, e nem o seu ontem, agora.
Viva um dia de cada vez, quem sabe outros 18.250.



E já é muito, e já é suficiente.
Nossas preocupações e anseios com o nosso amanhã não aumentarão e nem diminuirão o volume e o tamanho dos problemas e responsabilidades que nos esperam hoje.



Os 18.249 dias que se passaram são experiências, são lições sofridas e quase continuamente aprendidas por você. 



É degrau na escada ascendente de vossa experiência pessoal. 
É contribuição à tua maturidade.
Ontem, hoje, e amanhã.
Dias, momentos e tempos bem diferentes, entre si.
E tudo de enorme valia.

Parabéns pelos seus 50 anos

Feliz Aniversário Deputado Misael de Oliveira






Nome: MISAEL PEREIRA DE OLIVEIRA


Data de Nascimento: 29 de janeiro de 1961
Localidade: Goiânia – Goiás ( Setor Pedro Ludovico)
Pais: Manoel José de Oliveira (in Memória)
Carolina Pereira de Oliveira (in Memória)
Estado Civil: Casado
Esposa: Eliete do Nascimento Gonçalves
Filhos: Misael Pereira de Oliveira Júnior
Thiago Ramos de Oliveira
Georgia Marriani Gonçalves

ESCOLARIDADE
Acadêmico do curso de Direito da Universidade Salgado de Oliveira

DADOS PROFISSIONAIS


Em 1980 ingressou no serviço público na função de Agente Administrativo no antigo INAI ( Instituto de Avaliação de Imóveis), sendo transferido por força constitucional para a Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás, onde atualmente ocupa o cargo de Técnico Fazendário, estando licenciado para cumprimento de mandato legislativo.

CARREIRA POLITICA

1985 - Eleito vice-presidente da Associação Pró-Melhoramento do Setor Pedro Ludovico.
1987 - Reeleito presidente da Associação Pró-Melhoramento do Setor Pedro Ludovico
1988 – Candidata-se a vereador pelo PDC ( Partido Democrata Cristão), ficando na primeira suplência com 948 votos.

1989 - Assume a cadeira de vereador pela primeira vez.
1990 – Assume novamente o cargo de vereador por 120 dias , na Câmara Municipal de Goiânia.
1990 - Em 03 de setembro, impede a derrubada de barracos na Avenida Transbrasiliana, garantindo à posse aos moradores.

1993 – Tomou posse como vereador pelo PDC, eleito com 1.960 votos.
1994 - Consegue junto ao Prefeito de Goiânia e de Aparecida de Goiânia parceria para construção de 28 (vinte e oito) casas no Buriti Sereno, destinadas aos moradores da Av. Transbrasiliana.

1996 – Foi reeleito vereador pelo PPB, sendo o 5º mais votado com 5.533 votos.
1997 - Em fevereiro deste ano apresenta Projeto de Lei que cria o Serviço do Transporte Alternativo em Goiânia, o qual é derrubado pela Câmara Municipal de Goiânia.

1998 - Em fevereiro deste ano apresenta a mesmo Projeto que cria o Transporte Alternativo, que é novamente rejeitado pela Câmara Municipal de Goiânia.

1999 - Fevereiro, ingressa novamente com o Projeto que cria o Transporte Alternativo. Desta vez, o mesmo é aprovado pela Câmara Municipal de Goiânia, tendo sido implantado o Serviço na Capital.

2000 - Em 03 de janeiro denuncia ao Ministério Público aumento abusivo do IPTU e IPU, aprovado pela Câmara Municipal, o qual é objeto de ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade), tendo sido barrado o mais vergonhoso aumento de Impostos da História de Goiânia.

2001 - Ingressa na justiça com Ação Popular, questionando o Contrato celebrado entre a Prefeitura e a Empresa EIT, para exploração de Fotossenssores na Capital, a famigerada Indústria da Multa.

2001 - É designado Relator da CEI (Comissão Especial de Inquérito) que apura irregularidade no Contrato entre a Prefeitura e a ENTERPA, Empresa que explora o lixo. Conclui o relatório apontando várias irregularidade no contrato, entre elas: cobrança a maior por serviços realizados na varrição, ausência de licitação para construção do aterro sanitário e super faturamento na manutenção do mesmo. Relatório este que é enviado ao Ministério Público e ao Prefeito.

2000 – Reeleito pelo terceira vez vereador, desta vez, pelo PTB, com 3.832 votos.
2002 – Eleito Deputado Estadual pelo PRP, com 11.220 votos.
2003- Retornou ao PTB.
2004- Candidata-se a Vice-Prefeito, pelo PTB na coligação com o PT na unica eleição que perdeu.
2005- Presidente da Comissão de Turismo e Lazer
2005- Secretário Extraordinário de Estado
2006- Reeleito Deputado Estadual pelo PDT.
2010- Reeleito Deputado Estadual pelo PDT.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Luis Nassif

Cultura de Goiás em evidência


Nasr Chaul


Nasr Nagib Fayad Chaul, mais conhecido como Nasr Chaul, é um historiador e letrista brasileiro. É professor da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás (UFG). Foi presidente da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel) por oito anos (1999-2007), cargo que corresponde ao de secretário estadual de Cultura. Presidiu a Fundação Rádio e TV Educativa da UFG entre 2007 e 2009, sendo um dos que cooperaram para a implantação da TV UFG.
Possui título de mestrado em História pela UFG (1984) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Publicou diversos livros sobre a História de Goiás, com ênfase no coronelismo, Estado Novo e construção de Goiânia. Como letrista, destacou-se ao lado de parceiros como Fernando Perillo. Uma de suas composições, Saudade Brejeira, em parceria com o maestro José Eduardo Morais, foi gravada por Caetano Veloso e Zezé di Camargo e Luciano para a trilha sonora do filme 2 Filhos de Francisco.

Marcelo Barra
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Marcelo Barra (Goiânia, 18 de setembro de 1959) é um cantor e compositor brasileiro que se tornou conhecido por cantar sobre a cultura de Goiás, seu estado natal.





Carreira

Quando tinha apenas nove anos de idade, Barra aprendeu a tocar cavaquinho. Aos doze começou a estudar violão. Em 1976, aos dezesseis, venceu o Festival Comunicasom, fato que viria a repetir novamente em 1981 e 1982.
Em 1981, lançou, em parceria com o maestro e compositor José Eduardo Morais, o álbum Coisas tão nossas. No ano seguinte, lançou o compacto simples da canção "Araguaia", impulsionada pelo sucesso no festival. Pouco tempo depois, Fafá de Belém gravou a canção, tornando Barra conhecido no meio musical de todo o país. Outra canção que o consagrou nacionalmente foi "Saudade Brejeira", de José Eduardo Morais e Chaul.
Em 1983 gravou com Morais seu segundo álbum, intitulado Recado. Participou do "Projeto Pixinguinha", ao lado de Wagner Tiso e Cida Moreira, em shows que percorreram várias cidades do Nordeste. Mais tarde, atuou no "Projeto Pixingão", dividindo o palco com Sérgio Ricardo.
A canção "Cora Coralina", uma homenagem à poetisa homônima, recebeu um videoclipe da equipe de produção do programa de televisão Fantástico da Rede Globo.

Discografia

Álbuns
1981: Coisas Tão Nossas (com José Eduardo Morais)
1983: Recado (com José Eduardo Morais)
1985: Voz Amiga
1988: Marcelo Barra
1987: Marcelo Barra canta com as crianças
1993: Regional
1995: Somos Goiás
1997: Vila Operária
1997: Canções da Família
1998: Festa Goiana
2002: Jeito Goiano
2002: Goiás
2003: Grandes Momentos
2005: Vinte Sucessos de Marcelo Barra
2006: Serestas Brasileiras
2007: Pequi

Compactos
1982: Araguaia
1984: Cora Coralina

DVDs
2008: Goiás

Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nota: Este artigo é sobre um filme. Para os eventos que o inspiraram, veja Acidente radioativo de Goiânia.
Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia
Brasil
1990 • cor • 115 min
Produção
Direção Roberto Pires
Roteiro Roberto Pires
Elenco original Nelson Xavier
Joana Fomm
Paulo Betti
Stepan Nercessian
Género Drama
Idioma original português

Projeto Cinema • Portal Cinema
Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia é um filme escrito e dirigido por Roberto Pires. O Roteiro foi baseado em depoimentos das próprias vítimas do acidente ocorrido em Goiânia em setembro de 1987 com uma cápsula de césio 137 encontrada por dois catadores de sucata em um centro médico desativado.

Sinopse

O Filme passa-se em Goiânia. Conta a história de Vavá e seu amigo (narradores), que juntos descobrem uma peça de chumbo nas ruínas de um antigo hospital. A peça encontrada trata-se de um material radioativo (o Césio 137). Ela é vendida a Devair,o dono de um ferro velho, um amigo de Vavá. Devair e seus ajudantes quebram a peça e liberam a capsula de Césio 137. Devair, que estava maravilhado pela cor azul e brilhante que o Césio 137 emitia, resolveu mostra-lo para seus amigos, para seu irmão Ivo. Ivo mostra o pó para sua filha, Leide, que maravilhada disse ao pai sem saber o risco que aquele pó os trazia: "Papai, você é o melhor mágico do mundo!". A menina misturou o pó de Césio nas suas mãos, poucas horas depois foi jantar, e contaminou toda a comida e o pão. Já contaminada, Leide, então considerada a maior fonte de radiação do mundo naquela época, ingeriu pó de césio. A garota tinha apenas 6 anos de idade. Leide já havia se contaminado com radiação interna e externa. Pouco tempo depois, a menina começa a passar muito mal. Devair, seus ajudantes também passam mal, assim como os catadores de sucata, além de Maria Gabriela (esposa de Devair), a esposa de Ivo, e todas as outras pessoas, como o seu vizinho que jogou o pó na descarga de seu vaso sanitário, já que para ele aquele pó não éra útil (contaminando assim o esgoto, a água, e, consequentemente, mais pessoas). A esposa de Ivo resolveu levar a peça a um médico, já que ela estava preocupada com o aparecimento dos sintomas de doença depois da chegada da peça. O Médico logo desconfiou que aquilo se tratava de material radioativo. Maria Gabriela contaminou as pessoas em um ônibus lotado em que levava o césio. O médico então comunicou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que interditou a Rua 57, retirou todos os materiais radioativos, e as pessoas que sentiam sintomas de radiação, bem como os animais que tiveram que ser sacrificados. Leide e Maria Gabriela tiveram que ser internadas pela grande radiação que elas tinham. Por fim não resistiram ao sintomas e morreram, em seguida, os catadores de sucata. No enterro foram apedrejados, já que a população desinformada suspeitava que as pessoas ali enterradas (a base de uma grande quantidade de chumbo em cima), emitiriam mesmo mortas radiação pelo solo, ou pelo ar, ou por qualquer parte que fosse, os materiais, roupas, fotos pessoais das famílias, objetos pessoais e mais milhares de coisas foram enterrados em um subterrâneo, dentro de barris, latões, e finalmente de containers com uma grossa camada de chumbo por cima para evitar a radiação. Hoje o lixo está em Abadia de Goiânia (GO), permanecerá lá pelo menos mais 180 anos e bem enterrado, com uma quantidade muito grande de chumbo em cima, mas ainda a população tem seus medos. Mais pessoas morreram depois devido a radiação que sofreram, por câncer, ou por alguma mutação genética. Os pertences das pessoas contaminadas precisaram ser tratados e com cuidado e seriedade. É preciso ter cuidado com essas fontes de energia nuclear e principalmente com a população como um todo. O acidente em Goiás com o césio 137 não foi o único que ocorreu no Brasil com elementos e fontes radioativas.

Elenco

Luan Demenjeon Passarin
Bruna Karine Barbieri
Renata Aparecida Da Silva
Katlyn Eliege
Lucas Henrique Cornelio
Liziê Picolloto
Sergio Dibax
Letícia Pilker Schneider
Paula MARIA Padilha
Mateus Gusso Dias e Filho
Nelson Xavier
Joana Fomm
Paulo Betti
Stepan Nercessian
Paulo Gorgulho
Denise Milfont
Telma Reston
Marcelia Cartaxo
Mallú Moraes
Venerando Ribeiro
Carmem Moretzsohn
Ivan Marques
Mauri de Castro
Josiane Oliveira
Liege Salgado





Cavalhadas de Pirenópolis
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Rei Cristão e cavaleiros


Mascarados durante a execução do Hino do Divino
Cavalhadas de Pirenópolis é uma manifestação folclórica dramática que acontece após os festejos da Festa do Divino Espírito Santo no município brasileiro de Pirenópolis. Tem como data culminante o Domingo do Divino, 50 dias após a Páscoa e primeiro dia das Cavalhadas.
Realizada desde 1826, quando foi introduzida pelo padre Manoel Amâncio da Luz como uma peça teatral de nome O Batalhão de Carlos Magno.


Trata-se de uma representação das lutas entre cristãos e mouros que aconteceram durante a ocupação moura na Península Ibérica (século IX a século XV). São dois exércitos com 12 cavaleiros cada que durante três dias se apresentam as tardes no Campo das Cavalhadas encenando a luta ricamente ornados e com belíssimas coreografias eqüestres.
Junto a esta manifestação encontra-se a presença dos Mascarados, personagens incontáveis que vestem-se com máscaras e saem às ruas, a cavalo ou a pé, fazendo algazarras. O mascarado típico de Pirenópolis usa máscara de boi em papel laminado, roupas de tecido brilhante ou chitão e decora-se com flores de papel crepon, as Flores do Mascarados.



Referências

Brandão, Carlos Rodrigues - Cavalhadas de Pirenópolis. Goiânia, Oriente, 1974.
Video das Cavalhadas de Pirenópolis
Fonte


Ver também
Coroa do Divino
Imperador do Divino
Mascarados
Catira
Levantamento do Mastro
Congada
Banda de Música Phoênix


Centro Cultural Oscar Niemeyer
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Centro cultural oscar niemeyer)


Centro Cultural Oscar Niemeyer

O Centro Cultural Oscar Niemeyer é um complexo de espaços culturais situado na região sul da cidade de Goiânia, GO, Brasil. Os seus 17 mil metros quadrados abrigam um teatro, um museu, uma biblioteca, bem como um monumento aos direitos humanos.[1]
Foi construído pelo Governo do Estado de Goiás sobre uma esplanada de 26 mil metros quadrados, ao custo de R$ 60 milhões. A sua inauguração teve lugar em 30 de março de 2006.Após 4 anos de abandono e obras inacabadas o atual Governador do Estado de Goiás Marconi Perillo fez uma ligeira reforma e reinaugurou o Centro Cultural Oscar Niemeyer - CCON.Após dois aventos o CCON foi fechado novamente para uma intensa e final reforma que terminará em julho de 2011, após o término da obra o CCON ficará totalmente aberto para eventos culturais,shows e feiras.

Instalações e homenagens

Apesar de levar o nome do arquiteto carioca, o Centro Cultural homenageia grandes artistas goianos em todas suas instalações. Alguns membros eram contra o nome do Oscar, mas era importante prestar esta homenagem a este grande arquiteto, que foi decisivo para o estado de Goiás, justificou Chaul.
Outro homenageado não goiano é o ex-presidente Juscelino Kubitschek. O mineiro dá nome à Esplanada Cultural, uma grande placa de concreto que abriga todos os edifícios.
Niemeyer, que não estava presente à ocasião, declarou que o que mais o agrada no projeto é exatamente a Esplanada Cultural Juscelino Kubitschek, “por seu aspecto inovador”. João Niemeyer, sobrinho do arquiteto, representou o tio e também coordenou e supervisionou o projeto de criação e construção do espaço.
O principal prédio do Centro Cultural é o da Biblioteca, que presta homenagem a Bernardo Élis, o único escritor goiano a pertencer à Academia Brasileira de Letras; e a J.J. Veiga, que se dividia entre Corumbá, sua terra natal, e Pirenópolis, que escolheu para viver.
Por último, o terceiro homenageado pela biblioteca é o historiador e pesquisador Paulo Bertran. Com cerca de dez mil metros quadrados, a o prédio da biblioteca possui três pavimentos sobre pilotis, com um auditório com 135 lugares e terraço, que abriga um restaurante com vista panorâmica.
Em seguida, surge o Museu de Arte Contemporânea (MAC), que possui quatro mil metros quadrados que compreendem uma galeria de arte, sala administrativa, térreo, mezanino e pavimento para exposições.


O Palácio da Música Belkiss Spenziere é o terceiro edifício do conjunto e ostenta traços que se tornaram grandes símbolos da obra de Niemeyer. O concreto armado tão característico do mestre da arquitetura modernista dá forma ao esférico palácio, que em sete mil metros quadrados abriga um teatro com mais de 1,5 mil lugares, com fosso de orquestra, camarotes para 284 lugares e bar. A goiana Belkiss, falecida em 2005, foi uma das mais notáveis pianistas e estudiosas da música brasileira.
Em seguida, o Monumento aos Direitos Humanos, o quarto edifício, também faz jus às formas que tornaram os traços do arquiteto e ‘escultor monumental’ tão fáceis de serem reconhecidos. Com 700 metros quadrados de área, o monumento abriga um auditório de 700 lugares, jardim de inverno e salão de exposições. Nas palavras de Niemeyer, “um grande triângulo vermelho que confere ao projeto a importância desejada.”

Cultura de Goiás em evidência



Nasr Chaul


Nasr Nagib Fayad Chaul, mais conhecido como Nasr Chaul, é um historiador e letrista brasileiro. É professor da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás (UFG). Foi presidente da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel) por oito anos (1999-2007), cargo que corresponde ao de secretário estadual de Cultura. Presidiu a Fundação Rádio e TV Educativa da UFG entre 2007 e 2009, sendo um dos que cooperaram para a implantação da TV UFG.
Possui título de mestrado em História pela UFG (1984) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Publicou diversos livros sobre a História de Goiás, com ênfase no coronelismo, Estado Novo e construção de Goiânia. Como letrista, destacou-se ao lado de parceiros como Fernando Perillo. Uma de suas composições, Saudade Brejeira, em parceria com o maestro José Eduardo Morais, foi gravada por Caetano Veloso e Zezé di Camargo e Luciano para a trilha sonora do filme 2 Filhos de Francisco.

Marcelo Barra
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Marcelo Barra (Goiânia, 18 de setembro de 1959) é um cantor e compositor brasileiro que se tornou conhecido por cantar sobre a cultura de Goiás, seu estado natal.






Carreira

Quando tinha apenas nove anos de idade, Barra aprendeu a tocar cavaquinho. Aos doze começou a estudar violão. Em 1976, aos dezesseis, venceu o Festival Comunicasom, fato que viria a repetir novamente em 1981 e 1982.
Em 1981, lançou, em parceria com o maestro e compositor José Eduardo Morais, o álbum Coisas tão nossas. No ano seguinte, lançou o compacto simples da canção "Araguaia", impulsionada pelo sucesso no festival. Pouco tempo depois, Fafá de Belém gravou a canção, tornando Barra conhecido no meio musical de todo o país. Outra canção que o consagrou nacionalmente foi "Saudade Brejeira", de José Eduardo Morais e Chaul.
Em 1983 gravou com Morais seu segundo álbum, intitulado Recado. Participou do "Projeto Pixinguinha", ao lado de Wagner Tiso e Cida Moreira, em shows que percorreram várias cidades do Nordeste. Mais tarde, atuou no "Projeto Pixingão", dividindo o palco com Sérgio Ricardo.
A canção "Cora Coralina", uma homenagem à poetisa homônima, recebeu um videoclipe da equipe de produção do programa de televisão Fantástico da Rede Globo.

Discografia

Álbuns
1981: Coisas Tão Nossas (com José Eduardo Morais)
1983: Recado (com José Eduardo Morais)
1985: Voz Amiga
1988: Marcelo Barra
1987: Marcelo Barra canta com as crianças
1993: Regional
1995: Somos Goiás
1997: Vila Operária
1997: Canções da Família
1998: Festa Goiana
2002: Jeito Goiano
2002: Goiás
2003: Grandes Momentos
2005: Vinte Sucessos de Marcelo Barra
2006: Serestas Brasileiras
2007: Pequi

Compactos
1982: Araguaia
1984: Cora Coralina

DVDs
2008: Goiás

Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nota: Este artigo é sobre um filme. Para os eventos que o inspiraram, veja Acidente radioativo de Goiânia.
Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia
Brasil
1990 • cor • 115 min
Produção
Direção Roberto Pires
Roteiro Roberto Pires
Elenco original Nelson Xavier
Joana Fomm
Paulo Betti
Stepan Nercessian
Género Drama
Idioma original português

Projeto Cinema • Portal Cinema
Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia é um filme escrito e dirigido por Roberto Pires. O Roteiro foi baseado em depoimentos das próprias vítimas do acidente ocorrido em Goiânia em setembro de 1987 com uma cápsula de césio 137 encontrada por dois catadores de sucata em um centro médico desativado.

Sinopse

O Filme passa-se em Goiânia. Conta a história de Vavá e seu amigo (narradores), que juntos descobrem uma peça de chumbo nas ruínas de um antigo hospital. A peça encontrada trata-se de um material radioativo (o Césio 137). Ela é vendida a Devair,o dono de um ferro velho, um amigo de Vavá. Devair e seus ajudantes quebram a peça e liberam a capsula de Césio 137. Devair, que estava maravilhado pela cor azul e brilhante que o Césio 137 emitia, resolveu mostra-lo para seus amigos, para seu irmão Ivo. Ivo mostra o pó para sua filha, Leide, que maravilhada disse ao pai sem saber o risco que aquele pó os trazia: "Papai, você é o melhor mágico do mundo!". A menina misturou o pó de Césio nas suas mãos, poucas horas depois foi jantar, e contaminou toda a comida e o pão. Já contaminada, Leide, então considerada a maior fonte de radiação do mundo naquela época, ingeriu pó de césio. A garota tinha apenas 6 anos de idade. Leide já havia se contaminado com radiação interna e externa. Pouco tempo depois, a menina começa a passar muito mal. Devair, seus ajudantes também passam mal, assim como os catadores de sucata, além de Maria Gabriela (esposa de Devair), a esposa de Ivo, e todas as outras pessoas, como o seu vizinho que jogou o pó na descarga de seu vaso sanitário, já que para ele aquele pó não éra útil (contaminando assim o esgoto, a água, e, consequentemente, mais pessoas). A esposa de Ivo resolveu levar a peça a um médico, já que ela estava preocupada com o aparecimento dos sintomas de doença depois da chegada da peça. O Médico logo desconfiou que aquilo se tratava de material radioativo. Maria Gabriela contaminou as pessoas em um ônibus lotado em que levava o césio. O médico então comunicou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que interditou a Rua 57, retirou todos os materiais radioativos, e as pessoas que sentiam sintomas de radiação, bem como os animais que tiveram que ser sacrificados. Leide e Maria Gabriela tiveram que ser internadas pela grande radiação que elas tinham. Por fim não resistiram ao sintomas e morreram, em seguida, os catadores de sucata. No enterro foram apedrejados, já que a população desinformada suspeitava que as pessoas ali enterradas (a base de uma grande quantidade de chumbo em cima), emitiriam mesmo mortas radiação pelo solo, ou pelo ar, ou por qualquer parte que fosse, os materiais, roupas, fotos pessoais das famílias, objetos pessoais e mais milhares de coisas foram enterrados em um subterrâneo, dentro de barris, latões, e finalmente de containers com uma grossa camada de chumbo por cima para evitar a radiação. Hoje o lixo está em Abadia de Goiânia (GO), permanecerá lá pelo menos mais 180 anos e bem enterrado, com uma quantidade muito grande de chumbo em cima, mas ainda a população tem seus medos. Mais pessoas morreram depois devido a radiação que sofreram, por câncer, ou por alguma mutação genética. Os pertences das pessoas contaminadas precisaram ser tratados e com cuidado e seriedade. É preciso ter cuidado com essas fontes de energia nuclear e principalmente com a população como um todo. O acidente em Goiás com o césio 137 não foi o único que ocorreu no Brasil com elementos e fontes radioativas.

Elenco

Luan Demenjeon Passarin
Bruna Karine Barbieri
Renata Aparecida Da Silva
Katlyn Eliege
Lucas Henrique Cornelio
Liziê Picolloto
Sergio Dibax
Letícia Pilker Schneider
Paula MARIA Padilha
Mateus Gusso Dias e Filho
Nelson Xavier
Joana Fomm
Paulo Betti
Stepan Nercessian
Paulo Gorgulho
Denise Milfont
Telma Reston
Marcelia Cartaxo
Mallú Moraes
Venerando Ribeiro
Carmem Moretzsohn
Ivan Marques
Mauri de Castro
Josiane Oliveira
Liege Salgado








Cavalhadas de Pirenópolis
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Rei Cristão e cavaleiros


Mascarados durante a execução do Hino do Divino
Cavalhadas de Pirenópolis é uma manifestação folclórica dramática que acontece após os festejos da Festa do Divino Espírito Santo no município brasileiro de Pirenópolis. Tem como data culminante o Domingo do Divino, 50 dias após a Páscoa e primeiro dia das Cavalhadas.
Realizada desde 1826, quando foi introduzida pelo padre Manoel Amâncio da Luz como uma peça teatral de nome O Batalhão de Carlos Magno.



Trata-se de uma representação das lutas entre cristãos e mouros que aconteceram durante a ocupação moura na Península Ibérica (século IX a século XV). São dois exércitos com 12 cavaleiros cada que durante três dias se apresentam as tardes no Campo das Cavalhadas encenando a luta ricamente ornados e com belíssimas coreografias eqüestres.
Junto a esta manifestação encontra-se a presença dos Mascarados, personagens incontáveis que vestem-se com máscaras e saem às ruas, a cavalo ou a pé, fazendo algazarras. O mascarado típico de Pirenópolis usa máscara de boi em papel laminado, roupas de tecido brilhante ou chitão e decora-se com flores de papel crepon, as Flores do Mascarados.




Referências

Brandão, Carlos Rodrigues - Cavalhadas de Pirenópolis. Goiânia, Oriente, 1974.
Video das Cavalhadas de Pirenópolis
Fonte

www.pirenopolis.tur.br/cavalhadas

Ver também
Coroa do Divino
Imperador do Divino
Mascarados
Catira
Levantamento do Mastro
Congada
Banda de Música Phoênix



Centro Cultural Oscar Niemeyer
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Centro cultural oscar niemeyer)


Centro Cultural Oscar Niemeyer

O Centro Cultural Oscar Niemeyer é um complexo de espaços culturais situado na região sul da cidade de Goiânia, GO, Brasil. Os seus 17 mil metros quadrados abrigam um teatro, um museu, uma biblioteca, bem como um monumento aos direitos humanos.[1]
Foi construído pelo Governo do Estado de Goiás sobre uma esplanada de 26 mil metros quadrados, ao custo de R$ 60 milhões. A sua inauguração teve lugar em 30 de março de 2006.Após 4 anos de abandono e obras inacabadas o atual Governador do Estado de Goiás Marconi Perillo fez uma ligeira reforma e reinaugurou o Centro Cultural Oscar Niemeyer - CCON.Após dois aventos o CCON foi fechado novamente para uma intensa e final reforma que terminará em julho de 2011, após o término da obra o CCON ficará totalmente aberto para eventos culturais,shows e feiras.

Instalações e homenagens

Apesar de levar o nome do arquiteto carioca, o Centro Cultural homenageia grandes artistas goianos em todas suas instalações. Alguns membros eram contra o nome do Oscar, mas era importante prestar esta homenagem a este grande arquiteto, que foi decisivo para o estado de Goiás, justificou Chaul.
Outro homenageado não goiano é o ex-presidente Juscelino Kubitschek. O mineiro dá nome à Esplanada Cultural, uma grande placa de concreto que abriga todos os edifícios.
Niemeyer, que não estava presente à ocasião, declarou que o que mais o agrada no projeto é exatamente a Esplanada Cultural Juscelino Kubitschek, “por seu aspecto inovador”. João Niemeyer, sobrinho do arquiteto, representou o tio e também coordenou e supervisionou o projeto de criação e construção do espaço.
O principal prédio do Centro Cultural é o da Biblioteca, que presta homenagem a Bernardo Élis, o único escritor goiano a pertencer à Academia Brasileira de Letras; e a J.J. Veiga, que se dividia entre Corumbá, sua terra natal, e Pirenópolis, que escolheu para viver.
Por último, o terceiro homenageado pela biblioteca é o historiador e pesquisador Paulo Bertran. Com cerca de dez mil metros quadrados, a o prédio da biblioteca possui três pavimentos sobre pilotis, com um auditório com 135 lugares e terraço, que abriga um restaurante com vista panorâmica.
Em seguida, surge o Museu de Arte Contemporânea (MAC), que possui quatro mil metros quadrados que compreendem uma galeria de arte, sala administrativa, térreo, mezanino e pavimento para exposições.



O Palácio da Música Belkiss Spenziere é o terceiro edifício do conjunto e ostenta traços que se tornaram grandes símbolos da obra de Niemeyer. O concreto armado tão característico do mestre da arquitetura modernista dá forma ao esférico palácio, que em sete mil metros quadrados abriga um teatro com mais de 1,5 mil lugares, com fosso de orquestra, camarotes para 284 lugares e bar. A goiana Belkiss, falecida em 2005, foi uma das mais notáveis pianistas e estudiosas da música brasileira.
Em seguida, o Monumento aos Direitos Humanos, o quarto edifício, também faz jus às formas que tornaram os traços do arquiteto e ‘escultor monumental’ tão fáceis de serem reconhecidos. Com 700 metros quadrados de área, o monumento abriga um auditório de 700 lugares, jardim de inverno e salão de exposições. Nas palavras de Niemeyer, “um grande triângulo vermelho que confere ao projeto a importância desejada.”

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